O AMOR E O DINHEIRO

COMPREENDENDO A NEGATIVIDADE RELACIONADA AO DINHEIRO

Se por um lado a entrada de dinheiro oferece conforto e benefícios, quando este se torna escasso, vem a irritação que precede o medo em ser devedor. Esse medo advém da falta de perdão pelo fato de acreditarmos estar em dívida com o Criador, o Amor, uma vez que pensamos ter nos separado Dele e uns dos outros. Já que isso não procede pois nunca nos separamos, esse medo deve ser desfeito. A responsabilidade em nos manter em dia com os nossos compromissos deve vir do Amor que sentimos e não do medo. E sendo o Amor quem tudo Cria, apura e transforma, certamente buscando-o, seremos auxiliados nesse propósito.

A busca por Amor do “lado de fora” de nós, por meio da infinidade de ofertas que estão a nossa disposição, muitas delas adquiridas com moeda, nos distancia de Quem somos realmente e, quanto mais buscarmos o Amor fora de nós, mais precisamos destas situações para continuar acreditando que “um dia” será possível encontrá-Lo. A cada uma delas percebemos um novo vazio interior e seguiremos tentamos preenchê-lo com outras buscas.

Ao conseguirmos ver o Amor em todas as situações que vivenciamos, inclusive nestas buscas, entendendo que Ele está em nós e nelas, saberemos o que significa nos sentir plenos, confiantes e felizes. Pois o dinheiro não é Fonte de criação, é um dos meios que a Fonte utiliza como alternativa para realizar algo que desejamos.

O poder e a segurança que pensamos possuir ao ter dinheiro, acreditando somente no poder da matéria, se desfazem rapidamente diante de outros obstáculos como a falta de saúde, de bons relacionamentos, etc. A moeda apenas nos oferece uma falsa segurança e poder, assim como não é a sua falta que nos torna impotentes.

Nós nos sentimos impotentes por acreditar na força da moeda e não na Força que cria também a moeda, a força do Amor.

O Amor está presente em tudo, na riqueza, na pobreza, em um lugar sujo e desorganizado, em outro limpo e organizado, onde há discussões e animosidades, onde há harmonia e paz.

Costumamos ver o Amor com facilidade, onde há harmonia e paz, e acreditamos que nos outros Ele não estaria. Ele está sim, com absoluta certeza! apenas não O vemos. No instante que escolhemos vê-Lo também neles, conseguimos percebê-Lo em nós. O objetivo maior para estarmos aqui é a compreensão de Quem somos, e que não é a moeda ou um monte de dinheiro o responsável pela falta de humanidade e egoísmo existente e sim a ausência de consciência do Amor que cada um é.

Portanto escolher Perdoar o papel da moeda em nossa existência é extremamente importante, pois não é ela a responsável pelas atitudes de desamor existentes. A responsabilidade é de cada um em aceitar o Amor, vendo-o em todas as situações que vivencia e, também naquelas em que pensamos ter agido com desamor, pois ao nos  perdoar, a situação não deverá ser repetida, pois quando eu amo as partes que não gosto em mim, elas se desfazem.

Assim o dinheiro exercerá a função de nos beneficiar, permitindo que tenhamos uma vida abundante e plena onde poderemos ser generosos e gastar com prodigalidade.

Anna Izabel Fagundes

Autora dos livros

A Culpa não é Sua – Perdão: A Essência da transformação – Ed. BesouroBox

A Comunicação por meio do Amor – Ed. Scortecci

Relações de Amor Sinceras – Ed. BesouroBox

 

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