Os homens sabem amar!

  • Há algum tempo adquiri um livro com o título: “Os homens não sabem amar”, onde o autor – um homem – diz para as mulheres fugirem dos homens que tivessem esse ou aquele comportamento. Discordei da ideia e me propus a buscar o entendimento que levasse a uma compreensão contrária, pois amo amar os homens e descobri que:

Sim, os homens sabem amar quando refletem o nosso amor genuíno!

Ao desfazermos a negatividade, vinda dos preconceitos que estão em nossa mente, o que recebemos dos homens é o que eles possuem de valioso e puro.

Fomos ensinadas a desconfiar, criticar e jogar e acreditamos que agir dessa forma não trará consequências, não percebemos que os nossos pensamentos e atitudes serão refletidos. Eles nos devolvem nada mais do que aquilo que, sem perceber, pedimos a eles.

É necessário um aprofundamento, uma imersão em nosso Interior para constatarmos a negatividade acumulada de gerações e gerações, que se tornou a nossa verdade. 

Saímos por aí buscando relacionamentos para nos fazerem felizes. Essa felicidade dura algum tempo e então começa a desmoronar: o amor genuíno, sem preconceitos é suplantado pela negatividade existente em nós.

Se prestarmos atenção em nosso comportamento versus pensamento, perceberemos que agimos de forma gentil e às vezes preocupada, mas muitas vezes nossos pensamentos são críticos e negativos.

Agimos de uma forma e pensamos de outra. Essa contradição confunde e envenena a relação, gerando conflitos e infelicidade.

Costumamos querer que o outro aja da forma que escolhemos, julgamos e criticamos quando ele comporta-se como realmente é. Queremos moldá-lo ao nosso gosto. O que, se acontecer, também não nos servirá por muito tempo.Trata-se de uma arrogância que não nos deixa ser humildes para liberar o outro mantendo o amor o genuíno dentro de nós e assim sairmos desse ciclo constante de autopunição.

Autopunição sim, pois quem sofre com esse comportamento somos nós, as mulheres, que buscamos sentirmo-nos amadas e realizadas dentro de um relacionamento fluído e constante.

Devemos manter o amor em nós, ser livres e nos desapegar. Deixar de apontar de onde, como – ou de quem – deve vir a nossa felicidade e alegria. Assim deixamos de manipular e, claro, afastar as inúmeras possibilidades que se aproximam de nós.

A luz existente em nosso Interior sabe, de verdade, o que nos fará completas e felizes. O amor genuíno emergirá sempre que nos voltarmos para dentro, aceitando, entregando e escolhendo perdoar os fatos que vivenciamos, ao invés do costumeiro hábito de criticar, julgar e afastar o amor existente entre nós!

Manter o amor significa não julgar, supor, criticar e culpar o homem quando há um afastamento ou discussão. Nesse momento saberemos que o amor que sentimos é nosso, independe do outro. E, ao mantê-lo em nós, ficamos abertas para a mesma ou uma nova relação. O amor é o mesmo, o que muda se for o caso,  é a forma humana que escolhemos oferecer – agora livre de pré-conceitos e negatividade – e que se propõe a aceitar esse generoso e lindo sentimento!

Anna Izabel Fagundes, autora dos livros:

RELAÇÕES DE AMOR SINCERAS – 33 dias para reflexão

A CULPA NÃO É SUA – Perdão, a Essência da Transformação

A COMUNICAÇÃO POR MEIO DO AMOR

O SEGREDO POR TRÁS DO SEGREDO

UMA NOVA LINGUAGEM – O Ego e a Essência

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