A ABUNDÂNCIA NA VIDA DE CASAL

Por que tantos relacionamentos estão em crise? E por que tantas pessoas estão sozinhas, mesmo  querendo ter uma companhia?

Percebo também, que os casais que permanecem juntos, sem evoluir, sofrem pela limitação existente na relação e, apenas um ou ambos, iniciam uma busca por novos relacionamentos.  Mas, nem de longe, pensam em deixar aquela estão vivenciando. Querem uma relação à parte, sem cobranças e também sem compromisso.

Na verdade, preferem permanecer no casamento com seus mandos e desmandos, a correr o risco de um atrito maior e dividir bens. Aqui nem questiono a famosa preocupação com os filhos, pois estes ficam bem melhor quando observam os pais sendo responsáveis pela própria felicidade, tomando decisões e deixando de lado o jogo da culpa.

Quem está só, mesmo querendo companhia, acredita que a responsabilidade  é da outra pessoa em assumir a relação, especialmente se for mulher.  Se a pessoa em questão for comprometida, então deve deixar de procurá-la. Aguardar que decida separar-se, para então vir a vivenciar um novo relacionamento.

Com tantas nuances, os relacionamentos tornaram-se uma incógnita…nunca sabemos o que realmente esperar deles… e, como disse uma pessoa há pouco tempo: “-Não espere nada, viva a vida!”

Mas não fomos preparados para viver a vida, desligados, sem esperar nada dela. Queremos enriquecê-la com um bom relacionamento afetivo, onde iremos somar e criar uma nova realidade: Onde a verdade sempre estará presente e o amor incondicional impera. E onde seremos inteiros e felizes dentro da relação.

Isso é possível?

Sim. É possível desde que tomemos a firme decisão de sermos cem por cento responsáveis por nós mesmos e também pelo atual ou possível relacionamento.

O jogo da culpa ou pseudo-responsabilidade deve ter fim. Culpar ou responsabilizar o outro por agir desta ou daquela forma, por trair, por não assumir o relacionamento ou ainda pelo desinteresse na relação, apenas nos manterá infelizes e insatisfeitos.

Que poder para resolver algo, que nós estamos sentindo, o outro pode deter? Esse poder de decisão por uma vida verdadeira, cheia de bons momentos, em uma relação de cuidado e afeto sincero, é de cada um!

Devemos assumir esse poder e utilizá-lo em benefício, não só do nosso relacionamento amoroso, como também de todas as relações que vivenciamos: familiar, profissional, amizades e social.

Portanto, o medo de eventuais brigas, dividir bens e de deixar uma vida aparentemente estável, com uma relativa segurança material, será desfeito pela decisão em viver com base no Amor verdadeiro.

Ao assumir essa responsabilidade, vamos de encontro à abundância existente no Universo. Ela se aproxima de quem vive a Verdade, (aquela que emana do nosso Interior), e busca se aprofundar no conhecimento do processo evolutivo.

Há abundancia de tudo no Universo, o que nos impede de usufruí-la é a ausência de Verdade e Perdão. Quando a transparência torna-se presente, tudo o que dificulta a solução de conflitos e a obtenção de riquezas, deixa de existir!

 

  • Anna Izabel Fagundes, autora dos livros:

RELAÇÕES DE AMOR SINCERAS – 33 dias para reflexão

A CULPA NÃO É SUA – Perdão, a Essência da Transformação

A COMUNICAÇÃO POR MEIO DO AMOR

O SEGREDO POR TRÁS DO SEGREDO

UMA NOVA LINGUAGEM – O Ego e a Essência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PRIMEIRA PARTE

Ausência de sentimentos de exploração

Somos uma unidade e, se quisermos nos relacionar sem culpar ou nos sentir culpados, devemos rever a ideia de exploração.

Em um convívio podemos precisar de apoio em algum momento e, certamente, apoiar em outro. Essa troca deve ser desprovida de julgamento e superioridade. Não sabemos o que acontecerá no futuro. Hoje podemos estar em uma condição que nos permite ajudar o outro, caso necessite. Em outro momento o outro poderá estar nessa condição e nos ajudará.

Certamente a atitude generosa de apoiar o outro não deve ser dar com uma mão e esperar com a outra. Devemos nos sentir gratos por ter condições de apoiar. O nobre sentimento de gratidão conduzirá o processo, em auxiliar o outro e manter a nossa condição de abundância, que permitirá continuar doando com prodigalidade.

 

 

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