Vamos expressar o que sentimos!

Muitas doenças podem ser evitadas se conseguirmos expressar os nossos sentimentos. E não, necessariamente, de forma polida e educada. Podemos nos alterar, muitas vezes gritar e até socar uma almofado ou algo parecido, esvaziando a raiva existente em nós.

É importante deixar claro que, na grande maioria das vezes, a raiva não está ligada diretamente ao fato ou pessoa que nos faz senti-la. Ao mover esse sentimento de nosso corpo, podemos vir a chorar e acessar o real motivo da mágoa acumulada que nos levou a esse extremo de irritação.

Em um mundo voltado ao externo, fugimos de nossos sentimentos buscando algo, uma nova aquisição, um vídeo na internet, um comentário sobre algo, podemos culpar alguém de alguma coisa, etc. etc. Aceitar que é nossa a responsabilidade pelo que estamos sentindo é algo que não aprendemos facilmente.

Nas famílias, em geral, pisamos em ovos constantemente para “parecer normal”, sem discussões, unidos, respeitosos, aprendemos desde cedo a não ser “mal educados” e ser gentis uns com os outros. Isso seria perfeito se realmente nos sentíssemos assim. Mas basta um período de isolamento social, como o que estamos passando, para que os sentimentos de raiva acumulados venham à tona e transbordem de forma descontrolada e muitas vezes agressiva.

Em meu livro A Culpa não é Sua: Perdão a essência da transformação, Ed. BesouroBox, aprendemos a perdoar essas situações e tantas outras, já que se trata do nosso processo evolutivo. Não há como nos mantermos estáveis e inalterados em um mundo em constantes mudanças e exigências de toda ordem.

A boa notícia é que podemos nos sentirmos livres da raiva, do medo e da culpa, e isso demanda uma busca interna profunda. Existem inúmeras formas de nos aprofundarmos no conhecimento de quem somos, de onde viemos e porque estamos aqui e acalmar nossa angústia e medo. O meu processo inicial de autoconhecimento se deu através do livro Um Curso em Milagres, Ed. Abalone. Depois dele encontrei outros livros e Institutos como o Instituto Ser Humano (SP), Fundação Isha no Uruguai, que enriqueceram e equilibraram o meu andar.

É importante entender que devemos fazer essa imersão para mudar a nossa própria percepção do mundo. E com essa mudança, tudo muda ao nosso redor. Veremos que mesmo que gritem conosco ou gritem com alguém, não nos sentimos agredidos, ameaçados ou desrespeitados. Entendemos que expressar o que estão sentindo é algo bom embora não seja agradável. Que é a verdade se expressando nos ambientes. Essa verdade é a de cada um. Não precisamos nos culpar ou culpar o outro. Daremos tempo a essa pessoa para que dê a volta em sua mágoa. Saberemos também aceitar a sua presença, conseguiremos conversar e conviver novamente, enfim conseguiremos Perdoar constantemente.

Aos poucos perceberemos um ambiente verdadeiro e evoluído, um lar transparente e seguro, onde amamos o outro pelo que é e não pelo que parece ser, onde nos sentimos amados pelo que somos e não pelo que parecemos ser!

Dessa forma a fluidez da Verdade e do Perdão curam e evitam doenças nos mantendo ativamente saudáveis, independentes e felizes.

Independentes, porque o motivo de não expressarmos o que estamos sentindo é a nossa dependência do outro. Quando encontramos a Força interior que possuímos, deixamos de depender e criar dependência. Nos sentimos livres e liberamos. O que não significa que deixemos de amar, ao contrário, só aí é que realmente poderemos amar e nos sentir amados!

Autora dos livros:

A Culpa não é sua – Perdão, a Essência da Transformação – Ed. BesouroBox

Relações de Amor Sinceras – 33 dias para reflexão – Ed. BesouroBox

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